13/04/10

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12/04/10

Alice, Alice e mais Alice!!!


A agência 2Pontos Widebusiness está comemorando seus 10 anos (dos quais eu fiz parte dos últimos três). Adivinha só o tema da festa? Alice. Eu não poderia pedir algo melhor! Eu aprendi a gostar muito dessa história desde que fiz meu projeto de graduação em cima dela (fiz um livro). Gosto ao ponto de sentir ciúme e receio dela estar nas mãos do Tim Burton.

Mas uma coisa eu tenho que dizer para o Tim Burton:

Obrigado!

Por causa desse SEU novo filme da Alice, e todo o fuzuê que ele está causando, é que eu vou poder, finalmente, LANÇAR O MEU LIVRO!

Numa parceria com a agência 2Pontos e com a mega ajuda que a Luana está me dando, o livro já está para rodar. As capas serão feitas amanhã mesmo!

A primeira tiragem não vai ser grande, vai ser meio exclusiva. Eu pretendo comercializar uma parte através desse meu site, ou talvez um outro hotsite. E também nas livrarias. A edição vai ficar lindona, capa dura com verniz e tudo. A capa dá para ser lida de cabeça pra cima e de cabeça pra baixo, do mesmo jeito, em homenagem ao gênio de Lewis Carroll e sua fixação por simetria:


O lançamento será dia 6 de maio, no Pátio Savassi. Haverá uma sessão fechada do filme do Tim Burton, e eu estarei naquele hall de entrada para as salas de cinema, autografando livros (tenho que inventar uma assinatura de gente até lá). Assim que souber o horário, posto aqui (vai ser de noite, com certeza).

Eu tenho dez convites para assistir ao filme. E vou sortear alguns exemplares do meu livro. Se quiser concorrer a algum dos dois (ou ambos) é só comentar neste post ou me mandar um email (clique em contact, ali em cima).

Espero todo mundo lá dia 6, pra conversar fiado e me ver fazendo pose de manda-chuva!

Frutas


Estive trabalhando nessas frutas por um bocado de tempo. São para um painel gigante que cobrirá uma parede de uma loja nova aqui em bh (segredo por enquanto). Eu adoro desenhos científicos. Hachuras são a minha marca registrada, uso sempre que o tempo permite (raramente). As cores são uma mistura de aquarela e digital. A Lichia eu já completei:






Falta desenhar a flor e as sementes dessas outras, mas eu gostei tanto delas que quis postar assim mesmo:




Essa é a romã em traço e depois colorida. O traço é feito com essa esferográfica Pilot, tipo uma Bic melhorada. Essa é A caneta para hachurar! Muito melhor que aquelas de nanquim que custam caro. Acho que é menos de 2 reais e pra mim dura por anos a fio. Eu compraria mesmo que custasse 200 reais (não avisem os lojistas).

15/10/09

Mapa de Belo Horizonte



Há algum tempo, eu fiz esse mapa de uma pequena região de BH. A cliente foi a Daniela Karam, designer viajante de objetos e estampas e... tudo. Viajante porque ela viaja para países estrangeiros e cria coleções baseadas nas suas viagens. Ela possui um espaço próprio, e eu estive lá e vi as coisas bonitas que ela faz. Quem quiser ver mais, clique aqui para ver o site dela, e quem quiser ir lá é só seguir o mapa.

04/08/09

Damatta, novo brasão.


Na época em que estudava design na UEMG, fiz um estágio na Damatta Design. A Damatta atualmente é uma empresa que fabrica e vende roupas e acessórios relacionados ao esporte, mais especificamente esportes velozes praticados sobre coisas com duas rodas, como bike e moto.
Na época eu desenhei um punhado de estampas e algumas outras coisas para os irmãos Damatta. Saí do estágio um tempo antes do grave acidente do piloto Cristiano Damatta durante um teste. Me lembra muito esse acidente do Felipe Massa, só que ele colidiu com um animal que invadiu a pista. Acho que o acidente dele foi até mais grave, mas ele se recuperou muito bem, chegando até a correr denovo.

A Damatta design vai bem, e eles estão mudando algumas coisas. Me pediram pra redesenhar o brasão que eles usam em algumas estampas. Queriam ele mais sombreado e tridimensional. Aí está a versão nova... Dá pra ver no detalhe que eu usei blend até falar chega no illustrator né... O post anterior a esse explica algumas coisas sobre o blend.


A versão antiga fui eu que desenhei também, na época do estágio. Embora eu tenha carinho pelos meus trabalhos antigos e não goste de ficar malhando muito eles, depois que esse novo ficou pronto eu achei o antigo tava precisando mesmo de um tapa! Abaixo, a versão antiga e a minha metodologia: imprimi ela em azul clarinho e redesenhei o brasão novo com grafite por cima. Desenhei apenas um lado e rebati o outro. Me livrei do azul no photoshop(IMAGE>ADJUSTMENTS>BLACK&WITE> blue filter) e aí comecei a vetorizar.

No centro do brasão se encontra o símbolo da marca deles, só que de frente (a marca é esse capacete de perfil). Comparando com a versão antiga, o capacete de frente melhorou demais. Antes ele mal mal lembrava a marca. Abaixo, as duas versões lado a lado.

Vivendo Perigosamente


Esse post não é de tutorial, nem de auto-promoção. Nem de palhaçada!
É New Age e mega "auto ajuda", para todos os ilustradores (ou aspirantes) que passem por aqui. Sapeca o CD do Enya aí e continua lendo. Esse post vale pra mim também.
(Esses desenhos aleatórios que eu coloquei no post são de quando eu era criança. Desenhar era mais divertido do que nunca.)



Se você gosta de desenhar, saiba que desenhar por profissão é viver perigosamente.

Tava conversando outro dia sobre pular de pára-quedas, bungee jump e andar de montanha russa. Eu sou medroso com esses troços de altura. Na hora eu não me achei medroso, meu medo saiu camuflado de "sensatez". Agora vejo que eu tenho é medo de altura mesmo. O que isso tem a ver com ilustrar?

Confesse, se você é ou está tentando ser um profissional da área artística, não está fazendo isso por causa do dinheiro, nem da estabilidade. Se dinheiro fosse sua principal preocupação, você estaria bolando sua campanha eleitoral nesse momento, ou vendendo herbalife.

Viver sem perigo é não viver. Você só vai estar totalmente livre de perigo quando estiver morto. E você certamente vai estar morto, um dia. Mas até lá, você só vive de verdade se estiver disposto a arriscar alguma coisa, disposto até a morrer por alguma coisa. Abrace o risco de viver fazendo o que você gosta de fazer.



Por um bom tempo, eu estive insatisfeito com a profissão que eu escolhi. Até recentemente, aquela velha ladainha de "O Brasil é muito ruim para a nossa área", "Os micreiro tão acabando com a gente", "Contratos leoninos e projetos no risco", "Concursos abusivos", tudo isso me pegava de jeito. Cheguei num ponto que saía magoado ou indignado de reuniões com clientes que vinham com projetos faraônicos, mas no final não ofereciam nem um décimo do "valor justo". Eu ficava só falando de direitos autorais com outros ilustradores, ao invés de falar sobre arte. Tentando transformar todos em contadores e advogados.

Nada pior para um ilustrador do que remoer esses venenos. Claro, saiba como agir profissionalmente, saiba seus direitos, saiba fazer contratos e agir de acordo com as burocracias, se quiser manter um negócio. Mas lembre-se, você faz o que gosta, não transforme sua paixão num pesadelo.

Muitos aí vão me achar meio radical, mas eu não tô nem aí pra situação da ilustração no Brasil. Já estive, mas não estou mais. Não estou nem aí pra micreiros, Lei Rouanet, nada. Se meus filhos e netos não vão poder viver usufruindo de herança dos direitos autorais que eu possa gerar, não dou a mínima. Eles que vivam a vida deles e façam o seu sustento de algo que gostem, como eu estou tentando fazer. Minha vida é muito curta pra ficar preocupado com essas coisas, que tiram o prazer de trabalhar com arte. E se não der para viver assim aqui no Brasil, eu saio daqui.


Não é utopia: você pode desenhar para os outros e sempre ter prazer em fazê-lo. Eu ainda não estou lá, mas estou chegando cada vez mais perto. Basta ir aceitando plenamente o risco de se fazer o que gosta, que no nosso caso é ilustrar. Você faz o que gosta, assuma os riscos. Seja instável, se vire. Você é mais vivo do que quem não faz o que gosta, tem a oportunidade de se superar. Se achar que o serviço paga mal, recuse-o simplesmente. Se pagar muito bem, aliás, se você simplesmente estiver gostando de trabalhar, o cliente pode te pedir 300 alterações, você não vai ligar. Vão sair 300 obras de arte, e você vai fazer uma exposição de sucesso. Ou então você deixa de fazer projetos para esse cliente e indica outro ilustrador, se começar a achar ruim. Suas ilustrações serão mais vivas e mais clientes satisfeitos aparecerão. Procure trabalhos que sejam os mais divertidos para você, mesmo que sejam menos glamurosos ou paguem menos. Não se preocupe com o mercado de trabalho.

Afinal, você já não decidiu que liga menos para a estabilidade do que para a sua satisfação pessoal? Você é ilustrador ou balaio de xuxu? Seja corajoso, não ponha a culpa na cena.

Não ligue pros micreiros que estragam o mercado, nem viva para agradar os "xiitas do direito autoral". Faça as suas coisas do seu jeito, sem reclamar se elas derem errado, pois foi escolha sua. Aproveite sua liberdade. Não tente construir um muro de estabilidade ao seu redor, você está só adiantando a sua morte.

Esses dias me deu vontade de andar de montanha russa e pular de pára-quedas.

02/07/09

Will it blend?


Alguém aí já usou o blend no illustrator? Vou te falar, eu não paro de achar utilidades pra esse troço. Pra quem não sabe, vai aí um tutorial relâmpago de uma das possibilidades desse efeito.


Quem me conhece sabe que eu gosto de hachura. Não me divirto muito com vetores, mas com o blend do illustrator, descobri que dá pra simular hachuras em vetor, e fazer mais um punhado de coisas. Todas as linhas paralelas acima foram feitas com blend. Como é:

Acima à esquerda eu desenhei duas linhas, uma grossa e outra fina. À direita dei blend nas duas. Tudo que é preciso é selecionar as duas e ir no menu OBJECT>BLEND>BLEND OPTIONS. Para esse efeito de linhas, escolhi no spacing a opção "specified steps" e o número de steps foi 20. Usando a opção "smooth color" você obtém um degradê contínuo, e a "specified distance" dá objetos com intervalos regulares que você determina. O mais legal é o steps mesmo. Se você colocar uma linha de uma cor e outra linha de outra cor, o degradê também se dá nas cores, assim como na espessura das linhas e na intensidade das curvas.


Se você selecionar todos os "anchor points" de uma das linhas (você faz isso com a setinha branca) e duplicá-la (depois de selecionar os pontos, segure alt, clique com a mesma setinha e arraste), um novo blend se dará entre as linhas duplicadas. Essa nova linha pode ser editada, assim como as outras, e o efeito se ajusta. Abaixo, eu peguei a linha duplicada, aumentei a espessura dela e ajustei as curvas para que ela fosse a outra borda da folha. coloquei também um traço grosso no meio.

O efeito tenta acompanhar qualquer forma. Não precisa de ser dusa curvinhas parecidas não! Olha o que aconteceu quando eu dei blend entre pequenos círculos e formas de nuvens:

Se você quiser, pode editar as linhas individualmente depois! Hora que tiver arrumado tudo, e tiver certeza que não vai mudar mais as curvas "como um todo", dá um "expand" no troço todo e ele volta a ser um monte de linhas agrupadas. Aí , dá pra excluir uns pedaços, que foi o que eu fiz na planta lá em cima. Por exemplo:

Desenhei uma forma qualquer por cima do blend, à esquerda. Dei expand no blend (menu OBJECT>EXPAND) e ungroup em tudo. Selecionei tudo junto e fui no pathfinder (outra coisa muito útil do illustrator) e cliquei em "outline". O que isso faz? Todas as linhas que se cruzarem, se cortam umas as outras. Depois é só selecionar tudo denovo e dar ungroup, colocar espessura nas linhas novamente (esse "outline" deixa as linhas com espessura zero, muito esquisito), e sair deletando os pedacinhos que estavam dentro da forma. Geralmente dá pra selecionar tudo duma vez só.

30/06/09

Bom dia.


Tô descomplicado hoje. Por isso, aí vão alguns desenhos descomplicados.
O primeiro foi de uma paródia infantil com personagens desse último Indiana Jones.


E esse outro são duas ilustrações de um conjunto que virou jogo da memória, ambos pra Arcelor Mittal.

17/06/09

Desenhos toscos, parte 3


Minha namorada, grande fã de cakes e de wrecks, achou esse blog outro dia, chamado cakewrecks - que trata de bolos que saem pela culatra, no bom sentido. Hora que eu vi um post com bolos da personagem Dora the Explorer, tive que postar umas fotos aqui na sessão descarrego, dos desenhos barraquinha de churros.



A primeira é a personagem no traço original, seguida pelas versões expressionistas, pós modernas, etc. Note a crítica sarcástica à sociedade fast-food da versão "gordinha". Se você comer muito bolo vai ficar assim. Mas a própria mídia da obra é um bolo. Que paradoxo.

Post sem imagem!


Os ilustradores belorizontinos são uma espécie rara. Encontrados numa região montanhosa do sudeste do Brasil, estes espécimes são vistos muito raramente, já que seu ofício os mantêm ocupados e em ambientes fechados na maior parte do tempo. Se você quiser observar um bando desses espécimes: vai rolar um encontro de ilustradores aqui de Belo Horizonte.
Mande o terno pro tintureiro já!
Dia 24 de junho, às 20:00h. Vai ser no restaurante Dona Marguerita, na Avenida Carandaí, 840. Bairro Funcionários. Vamos lá conversar e conhecer essas criaturas, marcá-las com etiquetas identificadoras, catalogar e soltá-las novamente na natureza.

15/06/09

Isso não vai prestar...


De vez em quando aparecem uns trabalhos que "descem quadrados" pela goela, na fase do briefing. Algumas idéias são meio malucas demais, e você só pensa uma coisa: "não tem como isso ficar bom." Mas todo ilustrador tem um pouco de Macgyver, e no final, você tem que fazer o que você recebe para fazer. Em momentos como esse, vá em frente sem medo. Uma hora sai. (É pra ficar pronto em menos de uma hora? Ah não, então pode desesperar mesmo.)

O desafio era criar um time de futebol com pinta de Seleção Brasileira a partir de... Peças da Volvo. Peças de trator, mermão. De onde tiraram isso? A Tracbel (revendedora Volvo) prometeu um prêmio ao vendedor de peças que mais se destacar nessa temporada: ingressos para os jogos da Copa do Mundo. Daí surgiu a idéia. O problema é que as peças não tem cara nenhuma de seleção de futebol. Nessas horas, vale a pena fuçar no photoshop procurando por comandos que façam as coisas de modo automático.

Tenho que dizer, dessa vez o photoshop facilitou pra mim. Tinha um comando lá na tab dos paths, chamado "criar seleção" (na versão em inglês acima "make selection"). Ora, era justamente o que eu estava tentando fazer. Criar uma seleção. Fiz um path em volta de toda a foto e cliquei com força.

Como diria o Cid Moreira: "Aaaaah "Mister M"... Agora nós sabemos!" Mas os clientes nunca podem ficar sabendo! Todo mundo aí, boca de siri hein... Falando sério agora... O motor já tinha uma certa "carinha", é ou não é? Eu achei que não ia prestar, mas acabei achando bem legal isso de desenhar carinhas em objetos nada antropomórficos. A chavinha ali no meio representa um kit de ferramentas, que também era um dos produtos à venda...
Fim!

10/06/09

Sumiço


Estamos de volta!
Sumi tanto que minha foto quase foi parar no jornal do ônibus.
Hoje vou viajar para passar o feriado. Não tenho idéia do que seja um Corpus Cristi (provavelmente "corpo de cristo", embora isso não esclareça muito). Sei que envolve não trabalhar, o que pra mim já está ótimo. Quando eu voltar, meu caro leitor, postarei freneticamente.
Não vou mais sumir por muito tempo não. Enquanto passeio esses dias por aí, deixo um esboço e a versão que estou finalizando. Ando viciado em grafite marrom, parece que o desenho já nasce com 200 anos de idade. Depois de fazer as linhas, vou colorir isso com aquarela!

15/05/09

Tatuagem


Um gente finíssima amigo meu (e ex co-worker na época que eu fiz estágio no SERPRO - bons tempos), o Will, me pediu para desenhar a tatuagem dele. Já faz um tempo isso. Ele achou uma escultura feita pello H. R. Giger e gostou tanto que quis ela tatuada no bíceps. A escultura é parte de um conjunto de várias outras, sendo que cada uma representa um signo do zodíaco. A escultura que ele gostou era do signo de câncer, provavelmente o signo dele.


Ao lado da foto está meu esboço. Ele me mandou umas fotos do braço dele por email, e eu fui adequando o esboço pra preencher harmoniosamente o espaço que ele queria ocupar. Quanto às fotos, lembro que ele disse no fim do email: (...) "e desculpe por fazer vc ficar olhando pra sovaco de homi, rs". Hhahah tá desculpado, Will! Os sofrimentos que enfrentamos pela nossa arte....

Aí está a versão em traço e a versão com algum volume. A camada com os traços, eu pensei, poderia ser utilizada pelo tatuador como um estêncil (não sei ditreito como funcionam essas coisas de tatuagem). Tentei fazer essa ilustração bem "tatuável", sem traços muito finos e tal. Se consegui ou não, há controvérsias... Veremos quando ele me mostrar como ficou na pele. Depois de delinear o volume, fiz uma textura à la Giger (ou pelo menos tentei). A escultura era muito cromadona, optei por fazer um esquema mais no estilo dos trabalhos dele com aerógrafo:

14/05/09

Muié random


Nada a declarar... Último desenho que fiz por fazer, e que cresceu o suficiente para não ser chamado mais de sketch... Mas também não é a versão final ainda. Toma vergonha na cara e desenha um cenário aí, Rafael Resende... Sei lá. Mas não começa a querer abrir uma centena de firulas em vetor e tacar todas ao mesmo tempo (no melhor estilo neo-firulativístico vetorial jovem coca-cólico) pra encher linguiça não, hein safado! Tô de olho em mim mesmo.
E lá se foi a racionalidade desse post.


Mas lembrei de uma coisa pra falar! De vez em quando eu jogo esse joguinho besta: Mybrute. Mó bobagem, você vai lá e cria um boneco e joga ele na rinha contra outros. Nem precisa jogar na verdade. O troço é todo automático. Para manter o profissionalismo ilustrativo desse blog de ilustração, eu acho os personagens ilustrados muito simpáticos. Se animarem, vamo sair na porrada lá! É só clicar aqui, que você briga comigo. Se tem alguém aí querendo brigar comigo (Telemarketing? Legião da Boa Vontade?), essa é a sua chance!

12/05/09

Texturas


Subi duas texturas gigantes (abaixo estão pedaços de amostra) que eu fiz há um tempo, pra quem quiser baixar. A de aquarela eu usei na maioria das ilustrações da Alice no País das Maravilhas, e num punhado de outras. Para baixar, clique aqui. A outra é o papelão preto que eu uso de apoio pra passar estilete nas coisas. Pintei ele de branco. Para baixar, clique aqui.







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